BALZAQUIANAS… A BOLA DA VEZ?

Engraçado como vamos passando por diversas nomenclaturas durante nossa vida. Passamos de embrião, feto, bebê, criança, pré-adolescente, adolescente, adulto, balzaquiana, meia idade, melhor idade… É melhor parar por aqui porque a próxima, quero ainda ficar bem longe, kkkk! Cada uma delas trás algo de auspicioso e diferente e vamos  aprendendo o novo e incorporando em nós.

Confesso que na minha fase “teen” tinha muito medo do termo “balzaquiana”. Soava-me como algo com cheiro de naftalina e em “final de carreira”. Mal sabia eu o que realmente significava e na época “sem google” não fui atrás. Mas esta palavra era assombrosa.

Com a descrição em punho, passei a vê-la com outros olhos. Balzaquiana: uma expressão que surgiu após a publicação do livro “A Mulher de Trinta Anos” (1831-32) do francês Honoré de Balzac e que se refere às mulheres próximas da casa dos 30 e, atualmente, às mulheres até 40 anos (https: pt.m.wikipedia.org/wiki/balzaquiana). Na obra, o autor aborda e descreve a balzaquiana com sua beleza , experiência, seus pensamentos, desejos e angústia, reivindicando o direito de ser feliz.

Com tempo passado e a experiência fazendo parte de nossos poros, vamos ficando muito mais confiantes e inteligentes no sentido de entender os meandros e as intensidades dessas nossas fases. Agora passei a gostar do termo “Balzaquiana” e me remete a  requinte, sofisticação. Com a licença “poética” que tenho em meu livre pensar, resolvi estender na “Patricelândia”, a ser balzaquiana, também para a fase até 50 anos… Ou mais…

Balzaquianas…

    • São seguras até quando estão inseguras…
    • Ri tipo “selfie”, ou seja, dela mesmo…
    • Confortável para se expressar da forma que entende ser a melhor…
    • O filtro é dela e para elas, não para agradar aos outros…
    • Seletiva nas amizades, mas elas se tornam tão mais reais e fortes…
    • Emocionalmente bem… Quase que totalmente amadurecida!
    • Sua beleza é gostosa, sua, própria… De marca!
    • O sexo… Ah este explica melhor a artísta Maitê Proença em seu texto – SOMOS QUEIJO GORGOZOLA”:  vale a pena a leitura…
    • Não desperdiça tempo com o que classifica como bobagem;
    • Gosta de seu corpo… Respeita cada curva;
    • Sabe se expressar…
    • Diz não…
    • Chora e gargalha quando tem vontade…
    • Se empodera… Quando quer!
    • Etc etc etc…

Por Pathy Bertão.

P.s.: Esqueci de mencionar um pequeno detalhe… “Estamos em alta”, na pauta e na moda… Editoriais, matérias, entrevistas… Somos a bola da vez?

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