Cada coisa em seu lugar e tudo tem sua hora, simples assim!

Não vou falar de organização ou sobre personal organizer. Hoje vou contar uma estória da natureza, que me fez refletir e mostrou concretamente aquilo que a gente tá careca de saber, que tudo tem sua hora para acontecer e que cada coisa tem que estar no seu lugar!

Era vez uma de orquídea, que era e continua sendo um presente lindo que ganhei! Ela chegou linda, florida e perfumada aqui em casa! Floresceu e secou! Secou e permaneceu sem flor, por um longo tempo! Se passaram 4 anos, e o vaso continuava ali, indo de um lado para o outro da casa, conforme o movimento das pessoas e dos móveis da casa.  Até que um dia chegou uma outra orquídea, linda florida e perfumada, que tomou o lugar da antiga e foi colocada em lugar qualquer onde não atrapalhasse ninguém. Esse lugar foi a lareira, o inverno já tinha se ido e ela também tinha ficado sem função. A orquídea ficou lá quietinha e impávida na lareira! Até que um dia a decisão de joga-la fora foi tomada, afinal ela não tinha mais “um” papel! Quando fui pega-la, adivinham? Lá estava ela, no lugar menos provável para uma orquídea ficar, com 5 botões de flor despontando! Fiquei feliz em ela ter encontrado o lugar dela e me dar de presente suas flores!

Onde quero chegar?

A lugar algum, mas dizer que assim como a minha orquídea, também precisamos estar no lugar certo para florescer, para despontar, para brilhar!

E o tempo é o nosso melhor amigo, assim como foi para a orquídea, ela só precisou encontrar o seu lugar!

  • Porque  um dia a orquídea floresce e nossos sonhos acontecem!

E por hoje é só,  quinta feira, feriado, estou assim quieta, refletindo, extasiada com poucas palavras e letras. Mas a música do Thiago Iorc diz muito disso tudo.

E você já encontrou seu lugar?

Um Dia Após o Outro

Tiago Iorc

Pra começar
Cada coisa em seu lugar
E nada como um dia após o outro

Pra que apressar?
Se nem sabe onde chegar
Correr em vão se o caminho é longo
Quem se soltar, da vida vai gostar
E a vida vai gostar de volta em dobro
E se tropeçar
Do chão não vai passar
Quem sete vezes cai, levanta oito
Quem julga saber
E esquece de aprender
Coitado de quem se interessa pouco
E quando chorar
Tristeza pra lavar
Num ombro cai metade do sufoco
O novo virá
Pra re-harmonizar
A terra, o ar, água e o fogo
E sem se queixar
As peças vão voltar
Pra mesma caixa no final do jogo
Pode esperar
O tempo nos dirá
Que nada como um dia após o outro
O tempo dirá
O tempo é que dirá
E nada como um dia após o outro

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