Recalculando

Metade do ano chegou e por alguma razão o inconsciente começou a falar : Recalculando! Recalculando! Recalculando! E eu entretida na rotina, ouço o Recalculando e continuo ali no piloto automático, embalada ao som de Zeca Pagodinho em um “Deixe a vida me levar, vida leva eu…”.

Estou sozinha ou tem mais gente entre o apelo do GPS e o som do Zeca?

A gente vira o ano cheio de metas pessoais, objetivos, agendas, planos, frases e o escambau. Quando vemos, lá vem o Zeca!

O trabalho vai bem obrigada, familia está em velocidade de cruzeiro, a pilha de livros foi trocada pelo GNT, as refeições perderam molhos, os estudos ficaram mais espaçados e a fé segue a mesma: Sou feliz e agradeço por tudo que Deus me deu! Eita Zeca.

Para gente como eu, o ano devia ter 3 meses! Só me replanejo em trocas de calendários, mas o mundo hoje não anda mais na mesma velocidade em que andava quando foi dividido em 365 dias, e isto foi impresso em folhinhas.

Inauguro nesta semana meu 2018 parte 2. Vou estourar champanhe, vestir branco e reescrever metas. Entre as metas estará dividir meus próximos anos em quatro partes, assim como eram os períodos escolares. Vou viver trimestralmente, e tenho fé que vai rolar!

Se sou da turma do curto prazo, trabalhar no longo prazo não funciona. E que Zeca continue embalando, mas com alguns ajustes, pois se é para ajustar a gente ajusta até a trilha sonora:

Se a coisa não sai
Do jeito que eu quero
Também não me desespero
O negócio é deixar rolar replanejar
E aos trancos e barrancos
Lá vou eu!
E sou feliz e agradeço
Por tudo que Deus me deu

Por Cintia, que foi ali buscar a champagne. Feliz 2018 parte 2.

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