Um copo cheio, o lobo mau e as princesas modernas!!!

Acordei assim hoje! Tomada por uma onda de otimismo, do tipo tsunami mesmo! O copo estava transbordando de tão cheio!

Sou otimista o tempo todo? Claro que não, fatos e atos do cotidiano podem fazer nossa dose de felicidade baixar drasticamente. Sou feliz o tempo todo? Gente sou normal, somos normais, claro que não, mas procuro sempre ver o lado bom de tudo e apreender com os erros!

Até aqui nenhuma novidade! Mas hoje resolvi ser clichê mesmo porque mereço e porque tod@as nós merecemos. E vamos aproveitar hoje porque amanhã é outro dia…

A vida nem sempre mostra o melhor dela para nós. Nem sempre ela sorri… Mas isso não nos impede de fazermos um esforcinho e continuar sorrindo porque rir e refletir de si mesmo pode ser um bom remédio para as nossas dores da alma.

Nem sempre teremos em nossa frente as melhores paisagens, o que não significa que não podemos usar uns filtros e enxergá-lo da forma que  nos faz bem!

As coisas da sua vida nem sempre serão um sucesso ou sairão como você imaginou, o que não significa que devemos nos paralisar. “Bora” levantar a cabeça, alinhar as nossa expectativas e seguir em frente…

O melhor, mas talvez o mais difícil, é acreditar em nós mesm@s! Acreditar que somos nós @s únic@s responsáveis pela nossa felicidade, pela nossa realização.

Li dia desses um post que resume bem tudo isso:

“Ninguém virá te salvar. Saia dessa torre. Mate o dragão. Acorde sem um beijo. Devolva o sapo pro brejo. Tire o vestido cafona. E avise ao lobo mau que é você quem manda nessa porra toda”

Parece difícil, diante de uma quadro tão triste, amplamente divulgado essa semana, de violência contra a mulher!

Esse é o ponto! Precisamos acreditar em nos mesmas. Acreditar em nossa capacidade e acima de tudo educar nossas filhas, sobrinhas a creditarem  nelas mesmas. Que elas são as únicas responsáveis pela sua felicidade.

Ao invés de “foram felizes para sempre” vamos primeiro apreender a “sermos felizes com a gente mesma”, apreender a sermos as únicas mestras de nossas vidas! As que definem os limites saudáveis e escolhendo, com cuidado, com quem querem dividir suas vidas.

E mais um clichê… É  preciso primeiro nos amarmos e nos respeitamos para sermos plenamente amadas e respeitadas!

Por Mari, que acredita em contos de fadas… da vida real!

 

 

 

 

 

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