Mudança

Mudança, mudança e mudança…. Essa palavra tem sido minha fiel companheira… pelo menos nos meus pensamentos.

Está tão forte em meu atual momento que o “universo” de alguma forma tem dado um jeitinho sutil de me dizer diariamente que preciso mudar.

Confesso que apesar de ter consciência disso, da necessidade de mudança em muitas coisas, isso me assusta. Não de forma tímida, mas de forma escancarada.

Gosto de controlar as coisas, quem me conhece sabe disso. E a possibilidade de perder esse controle me desestabiliza, me faz tremer. O mudar me dá a sensação de perda momentânea, de sair da zona de conforto e me arriscar num “buraco negro”.

Gosto de me arriscar, mas quando eu quero. Entende?

Sei que mudanças são necessárias e não são sinônimo de coisas ruins e sim e tão somente de que algo ou “algos” deixaram de ser como eram. A isso devo atribuir uma palavra que me conforta – evolução.

Mas, confesso novamente. Esse conforto é efêmero. Respiro melhor por um curto período.

O receio do que vem pela frente. A sensação de não saber se darei conta do recado. Se serei chacoalha. Se me fará bem e se os frutos serão doces ou amargos…. Se lágrimas irão rolar ou sorrisos irão se abrir. Que medo! Mas esse medo não me sufoca. Só me dá adrenalina.

A gente não muda por mudar. Tem que haver um motivo, um propósito. Não concordo muito com a frase: “em time que está ganhando não se mexe”… Cuidado com isso. O time pode ficar obsoleto e você perceber tarde demais.

Para mim, sem dúvidas, quando a decisão de mudança vem de dentro para fora é menos impactante. Vou trabalhando meus quereres, sentimentos e razão no sentido da convergência.

Me assusta mais quando a ação da mudança vem no sentido inverso e me obriga a mudar. Fico sem o tempo da digestão e a mudança desce “arranhando” a garganta feito gato no muro!

Como disse acima, mudança não é sinônimo de coisas ruins. O caos inicial faz parte do processo e ela deve trazer novas perspectivas e sensações que nunca eu tenha experimentado.

Estou sentido que é hora de fazer mudanças. Espero ter a maturidade necessária para absorvê-las rapidamente. Sinto que me fará bem.

Não deixarei de ser eu mesma. Não quero isso. Sem querer ser arrogante, não preciso disso. Só quero mudar o que eu sentir que preciso.

Por Pathy, Patrícia…

 

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