Um elefante numa loja de cristal!

 Um elefante numa loja de cristal! Esse é o post de hoje. Mas, antes de começar a escrever resolvi fazer uma pequena paradinha para relembrar algumas coisinhas…

Sabe, quando surgir a ideia do blog, tínhamos como mote principal, compartilharmos nossos anseios, angústias, dúvidas, conquistas, alegrias, relacionamentos, família enfim, nos mostrarmos reais, assim como a vida é. Uma verdadeira montanha russa. Uma hora estamos encima e na outra embaixo.

Aqui estamos assim, “nuas” e muitas vezes sem proteção para que você se sinta à vontade de trocar “confidências”, mesmo que silenciosas, conosco. Queremos que nossos posts de alguma forma “falem” com você. A vida não é só feita das fotos perfeitas do Instagram e nem os brindes e sorrisos do Facebook. É claro que todos gostamos de compartilhar nossos melhores momentos.

Mas nós aqui do blog queremos ser aquela sua “amiga” do café com fuxicos e conversas longas, curtas, sérias ou não. Assim, me senti confortável para compartilhar um momento sensível que estou passando… quem sabe você não está passando por algo semelhante.

Ne desculpem se eu passar do tom! Mas é apenas um desabado! Vamos lá!

Um elefante numa loja de cristal! Assim que estou me sentindo.  Está tudo uma bagunça! O medo de perder as pessoas, as relações, me fazem muitas vezes e de forma irônica fazer o inverso e afastá-las de mim.

Estou numa Torre de Babel! A sensação que tenho é que tudo que falo ou faço está sendo entendido de maneira diferente do que realmente eu queria dizer ou fazer. A culpa só pode ser minha e de mais ninguém.

Minha comunicação anda com falta de sintonia e ando muito “estabanada” em minhas relações. Um elefante numa loja de cristal. Faço sem perceber e sem dosar o efeito e aí “já foi”…   

Não sei porque estou assim. Se conjunções astrais, se estou em falta com minhas orações e preciso de mais positividade. Se ando me cobrando demais… 

Com tudo isso rolando, tenho me fechado em conchas com medo até de conversar com meus confidentes imaginários.  Imagina com os reais! Tento, mas as palavras voltam para dentro de mim. Estou invisível, frágil e melancólica!

Estou sem encaixe. Uma peça fora do tabuleiro. Estou no meu banco de reservas. Estou em descompasso com meu samba. Ainda não entrei na avenida. 

Que chatice! Quem suporta ficar perto de alguém assim? Eu tenho plena consciência disso.  Mas sei que esses meus momentos que acontecem de tempos em tempos são passageiros, ufa!

Mas até passarem, entro numa espécie de “caos social”… Confesso, não é nada, nada agradável. Então, evito as “exposições” e visto meu sorriso quase que congelado. Tem sido de boa valia. Mas não consigo sempre.

Durante muito tempo, tive um pesadelo quase que diário. Nele, eu estava numa situação de perigo e a voz não saia e eu não conseguia gritar e nem pedir socorro. Acordava assustada sem saber o desfecho do sonho. Esses meus momentos me fazem lembrar desses pesadelos.

 Mas diferentemente dos pesadelos, eu sei que esses momentos ruins findam e outros virão. Mas nunca serão para sempre. Eles servem para nos ensinar muita coisa É só sabermos extrair as lições que eles nos trazem! 

Após esse meu  que desabafo, me sinto infinitamente mais leve e tranquila!

E  agora que você leu um pedacinho do meu diário, vou me despedindo e agradecendo muito por me ouvir!

Valeu!!! O próximo café é por minha conta!

             Pathy Milaré

 

 

 

 

 

 

 

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