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Posso dar minha opinião? - Vem que a gente explica!

Posso dar minha opinião?

Posso dar minha opinião?

Não. Estou fora da área de serviço ou desligada!


Responda sinceramente: você entra na casa de alguém, sem ser convidado? Acredito que não. Mesmo nas relações mais íntimas de parentesco ou amizade, você aguarda um “ok”, um entre, ou qualquer coisa que sinalize a liberação para sua entrada.
Então, quer uma dica preciosa?
Antes de disparar o clássico “Posso dar minha opinião”? Amplie sua visão e análise de “cima” para ver o todo e tenha a sensibilidade para perceber se há consentimento no ar.

Lembre-se que a pessoa que será a sua ouvinte tem a “sua casa interna” e pode não estar com a porta aberta para “receber” você. Tenha empatia e sinta se é o momento certo. Não saia disparando verdades e crenças. Podem ser as suas verdades e não as do outro.

Opiniões… Ah, essas opiniões… São muitas vezes como flechas disparadas… Cuidem, elas podem machucar, mesmo sem querer.

Garanto que apesar da metáfora ser exagerada, o sentimento pode não ser. Palavras têm um poder incalculável para o mal e para o bem! Podem soar distorcidas ou superlativas. Pessoas são diferentes e cada qual têm o seu momento. Ninguém efetivamente sabe o que está acontecendo com o outro na sua totalidade. Então, empatia sempre e não faz mal a ninguém.

Tenho consciência que as intenções em mais de 80% dos casos são as melhores possíveis. Nada científico, apenas percepção. Mas isso em nada diminuiu o impacto que pode causar no seu interlocutor.
Falo isso com propriedade porque já fui o “disparador de opiniões”. E não é legal não. Posso afirmar. Hoje, infinitamente em menor grau e quase que somente quando sou solicitada. Ai sim, é diferente. Se estabelece um combinado, uma relação, uma ligação entre ambos e a comunicação se firma de forma orgânica e consentida.


Precisamos mesmo, para o bem de todos e felicidade geral da nação, ser melhores ouvintes e menos cheios de opinião!
As trocas são importantes, mas em muitas vezes o silêncio vale mais que .um palavras. E o acolhimento, nem se fala.

Por Pathy Bertão por ai… pela vida!

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