Elogie… E se deixe elogiar!

Assunto que parece tão banal, mas não é bem assim.

Lendo em post dias atrás (não lembro na timeline de quem e nem o autor) algo me chamou a atenção e ficou martelando Full time meus pensamentos.

Em resumo, tratava-se de uma pequena estória onde uma professora colocou no quadro a tabuada do 9 inteira e um único resultado estava errado em meio a 9 outros corretos. É claro que os alunos começaram a rir e fazer piadinhas sobre como uma professora de matemática poderia ter errado algo tão simples como um 9×1. O que os alunos não sabiam é que o erro tinha sido proposital. Motivo? Mostrar a eles que os seres humanos têm a incrível capacidade de valorizar o erro.

Nem todos somos iguais, existem pessoas que sabem valorizar os acertos dos outros e os seus próprios. É óbvio que é muito mais fácil criticar do que elogiar. Mas você já parou para pensar porque fazemos isso?

Existem muitas vertentes, conjecturas e afirmações. Mas nada não racional, tipo “preto no branco”. Então podemos dizer que pode se tratar de:

·   Insegurança?

·   Negatividade?

·   Sentimento de Superioridade?

Timidez?

Não sabemos ao certo e essa equação parece não fechar, ou ainda, ter como resultado uma dizima periódica.

Sabe, se analisarmos um pouco mais, temos dificuldade até em aceitar elogios. Indago novamente, por quê? Talvez com receio de parecermos metidos ou soberbos. Complexo né? Não elogiamos com frequência e quando recebemos um elogio, muitas vezes ficamos desconsertados e não sabemos “lidar com ele”.

Acredito que uma dose de leveza e menos preocupação com o que as pessoas vão pensar pode trazer uma significativa melhora no elogiar e no saber receber elogios.

Vamos exercitar, se possível diariamente, essa linda arte de enxergar beleza no que seu próximo faz. Ele pode ser da sua familia, do seu rol de amigos, colega de trabalho, seu love/crush, seu chefe ou seu funcionário.

Não importa em que esfera de sua vida ele está inserido. Importa o seu olhar para com ele.

Detalhe importante, vamos diminur também a “self crítica”, nos olhar e permitir que sejamos elogiamos. E porque não?

Só cuide para que o elogio seja verdadeiro e não como fonte de manipulação para sedução imediata. E estou longe de falar sobre sexo.

Capiche?

Por Pathy Bertão

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