CHOQUE E REAÇÃO!

    Pense nos seus últimos 6 meses e responda, quantas situações aconteceram em que você levou um “choque”?


Pensou? Várias? Algumas? Poucas? Não consegue mensurar? Relaxa, não fazemos parte do ibope e de nenhum outro instituto de pesquisas. Mas vamos combinar, a vida é engraçada e nos dá vários choques!
Considero isso bom. Saímos da zona de conforto, olhamos com outro olhar para situações semelhantes e na maioria das vezes surgem novas perspectivas.
A maneira como reagimos é, sem dúvida, o que faz a diferença. Você, como reage? De imediato? Analisa e pensa no todo? Mescla os dois?
Eu  sou do tipo de pessoa que ao levar um choque, paralisa. Parece que tudo fica turvo e que não haverá solução!  Acredito que isso acontece porque sou centralizadora e perder o controle é um desconforto. Porém, a paralisia é momentânea e passageira. E antes que você acredite que sou uma tonga, informo que não. Em situações de risco e perigo ajo tão rápido quanto a situação e reflexo permitem. Porém, nas que me permitem analisar, assim o faço. E nem sempre é da mesma forma. Variáveis sempre estão em meu caminho e garanto que no seu também.
Voltando ao “choque”, acredito que  o susto me faz ter um “espasmo”. Saio literalmente fora do ar. As vezes por milésimos de segundo. Mas ao voltar a situação se mostra clara. Meu cérebro começa a funcionar e as opções e cenários vão se apresentando. Deixo ele livre para o brainstorm que precisar.
Algumas soluções, confesso, são fora casinha. Tipo o “plano z” na ordem de possibilidades. Mas uma grande maioria se mostra plausível e executável.
Com as cartas na mesa analiso as melhores opções e as transformo em ações. Mexo os pauzinhos aqui e ali e as peças vão se encaixando. Tudo parece matemático, mas eu sei que não é. Nem sempre a situação inteira está nas minhas mãos. Em muitas, dependo de outros em maior ou menor grau. Mas o que está ao meu alcance coloco a mão na massa e mando ver.
Assim, o choque vai se transformando em uma nova situação ou mudança. Absorvo e aceito já que a possibilidade do cenário mudar é nula. Então, penso no velho ditado, “o que não tem remédio, remediado está.”

Duas  coisas eu garanto que não estão na minha lista:  o “esmorecer” e acreditar que não haverá solução. Para tudo na vida existe uma solução. Talvez não seja a que a que eu gostaria, mas talvez a mais adequada para o momento.

Dica: Confie no seu feeling e na sua intuição. São ótimos parceiros de jornada.

Por Pathy Bertão … Status atual: “em choque”! Mas já com as peças do tabuleiro em movimentação!

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