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A fruta não cai longe do pé... Mas tem seu próprio sabor! - Vem que a gente explica!

A fruta não cai longe do pé… Mas tem seu próprio sabor!

Há 17 anos me tornei mãe. Imagine, gerar uma vida! Me senti dona de um empoderamento indiscutível, até sair na porta da maternidade. E agora? Um pedacinho de mim, de nós….
Inseguranças, medo, felicidade e emoção… Sentimentos tão misturados. Muitas vezes não sei se riu ou se choro. Não existe conduta perfeita. Converso muito com o silêncio e ele me deixa no vácuo…
Me desafio, me cobro tanto… Tô errando? Acertando? Os dois! Como ensinar pessoinhas diferentes se sou uma só? Muitas vezes me falta a paciência….
Como sou incoerente… Aponto os defeitos nelas e na realidade alguns herdaram de mim… Entro num conflito doido, ao estilo do “faça o que mando e não o que faço”… E é claro que isso não funciona, nem para elas e nem para mim.
Como eu aprendo com elas…. Quantas verdades caem por terra. Como já me transformaram. Entendo tanto minha mãe, hoje. Dá para voltar no tempo? Não. A vida não é um ensaio. É programa ao vivo, sem cortes.
Tenho vontade de proteger o tempo todo. Mas se fizer isso, elas não se fortalecem.
Quero mostrar com minha vivência que já passei por isso ou aquilo e que é só uma fase.! Quero poupar das mesmas dores. Mas tenho que lembrar que apesar de parecidas, somos diferentes. Têm personalidade… Sabem questionar, opinar, criticar e tomar suas próprias decisões! Sentem de forma diferente. Desejam coisas diferentes. Mas elas podem sofrer com suas próprias escolhas, e ai? Quieta, agora! Pare de querer viver por elas. Viva com elas. Cresceram!
Gratificante ver elas florescerem, desabrocharem se encontratem… Isso não tem preço!
Sou o apoio, a base, o sustento! O amor e a compreensão. O caminhar ao lado!
Ainda não chegaram à fase adulta. Precisam de orientação e limites. Mas não da comida na boca…
Não sou perfeita, não quero ser e nem preciso. Preciso ser apenas mãe. Estar disponível, de peito aberto. Ser o porto seguro. Mas ficar ali e entender que cada vez mais o território é delas e não posso invadir, sem permissão… Amar e respeitar!
FILHAS, estarei aqui para todo o sempre.

A fruta não cai longe do pé… Mas tem seu próprio sabor!
Beijos Mãe,

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