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A Bailarina... - Vem que a gente explica!

A Bailarina…

de Auschwitz!

Entre as minhas loucuras, descobertas e metas no isolamento social, a leitura continua sendo um agradável refúgio, para me inspirar, para eu aprender, para eu viajar, para eu me emocionar, para eu ser, fazer e sonhar o que eu quiser!

Sim, afirmo, a leitura tem dessas coisas e possibilidades!

Esse livro em especial, A Bailarina de Auschwitz, de  Edith Eva Eger, é carregado de tudo o que citei acima! É um livro emocionante, que conta a saga, o desespero, a angustia, as dores e as superações de uma bailarina judia que foi levada para Auschwitz, durante a segunda guerra mundia!

E da série, o que é bom tem que ser compartilhado, trago para vcs um trecho do livro de Edith, que hoje é doutora em psicologia e tem muito a nos ensinar e ajudar! Esse trecho em especial, em minha opinião, é carregado de aprendizado e diz muito do que estamos vivendo, do que vivemos e o que vamos viver ainda e de fato, como podemos promover a mudança em nos mesmo. Leiam abaixo e reflitam sobre as palavras da Dra Edith Eva Eger, que dança até hoje com seus 92.

“(…) Se me perguntassem qual o diagnostico mais comum entre as pessoas que atendo, eu diria depressão ou transtorno de estresse pós-traumático, embora essa doenças sejam bastante recorrentes entre aqueles que conheço, amo e oriento para a liberdade. Eu diria que é fome. Temos fome. Fome de aprovação, de atenção, de afeição. Temos fome de liberdade para aceitar a vida e para realmente nos conhecermos e sermos nós mesmo.

Minha própria busca pela liberdade e meus anos de experiência como pisicóloga clíinica me ensinaram que o sofrimento é universal, mas que o complexo de vítima é opcional. Existe uma diferença entre ser vítima e assumir o papel de vítima. Somos todos suscetíveis a nos tornar vítima de alguma maneira. 1todos sofremos algum tipo de aflição, desgraça ou abuso causado por pessoas ou circunstâncias  sobre as quais não temos controle. Isso é ser vítima. É algo que vem de fora. É o valentão da escola, o chefe furioso, a esposa que agride, o amante que trai, a lei que discrimina, o acidente que o leva para o hospital.

Em contrapartida, o complexo de vitima vem de dentro. Ninguém pode fazer fosse se sentir inferior a não ser você mesmo. Nós tornamos vítimas não pelo o que acontece conosco, mas quando escolhemos nos agarrar ao sofrimento. Desenvolvemos uma forma de pensar e de agir que é rígida, culpada, pessimista, presa ao passado, rancorosa, punitiva e sem limites saudáveis. Nós nos tornamos nossos próprios carcereiros quando escolhemos ficar confinados ao papel de vítima! (…)”

Dra. Edith, deixa claro que a dor de cada um é a dor de cada um! Não existe uma dor maior ou menor, existe sim a construção da liberdade para se livrar dessa dor!

Se você quiser conhecer um pouco mais da história dessa pessoa incrível, não deixe de ler o livro e a entrevista que ela deu ao jornal O Estadão.

Entrevista: Edith Eger, a Bailarina de Auschwitz Estadão: https://brasil.estadao.com.br/blogs/inconsciente-coletivo/entrevista-edith-eger-a-bailarina-de-auschwitz/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link Entrevista: Edith Eger, a Bailarina de Auschwitz Estadão: https://brasil.estadao.com.br/blogs/inconsciente-coletivo/entrevista-edith-eger-a-bailarina-de-auschwitz/?utm_source=estadao:whatsapp&utm_medium=link

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